Curso de Produção de Chocolate Bean-to-bar
/1 Comentário/em Outras Notícias /por Camille Carradore
OBJETIVO:
✓ Compreender a importância da qualidade do cacau para a produção do chocolate artesanal;
✓ Os conceitos do mercado bean to bar;
✓ Produção em pequena escala de chocolates artesanais;
✓ Técnicas de torra, refino, conchagem, cristalização e moldagem do chocolate;
✓ A jornada do sabor do cacau ao chocolate.
geral em geral.
CARGA HORÁRIA: 16 horas
Claudia Schultz: Socióloga formada pela USP, trabalha com chocolates há mais de 20 anos, é fundadora e proprietária da CHoKolaH e criadora do método ChocoScience. O método ChocoScience consiste em tornar os conceitos científicos envolvidos na fabricação do chocolate acessíveis à qualquer interessado. Cláudia foi estudar o processamento de cacau quando ainda era estudante: Ela e um estudante do MIT se voluntariaram para elaborar um plano de negócios para aumentar o valor agregado do cacau dos cooperados da Coopasb, responsáveis pela primeira exportação de cacau orgânico brasileiro. Infelizmente o projeto não foi implantado. Mas Cláudia se apaixonou por tudo aquilo e nunca mais parou de estudar e de trabalhar com chocolates. Fez todos os cursos de chocolate do Ital (Instituto de tecnologia de Alimentos), comprou e leu todos os livros que encontrou pela frente, viajou para a Suiça atrás de mais e mais informações. “Eu pesquisava e me perguntava sempre porque o Brasil não tem uma cultura do chocolate, porque as nossas fábricas direcionam os seus produtos para o consumo popular, porque temos que importar chocolates de qualidade de países que não
plantam cacau”.
LOCAL: Centro de Inovação do Cacau – CIC
NÚMEROS DE VAGAS: 15 alunos
CIC participa do 1º Encontro Ampliado da Rede de Agroecologia Povos da Mata
/0 Comentários/em Outras Notícias /por Camille CarradoreNo dia 09 e 10 de novembro, foi realizado o 1º Encontro Ampliado da Rede de Agroecologia Povos da Mata. O evento contou com oficinas, palestras, feira de sabores e saberes e ainda muita cultura. Além disso, abriu as portas para que mais pessoas possam conhecer o trabalho da Rede de Certificação Participativa.
CIC participa do 1º Encontro Ampliado da Rede de Agroecologia Povos da Mata
/0 Comentários/em Outras Notícias /por Camille CarradoreNo dia 09 e 10 de novembro, foi realizado o 1º Encontro Ampliado da Rede de Agroecologia Povos da Mata. O evento contou com oficinas, palestras, feira de sabores e saberes e ainda muita cultura. Além disso, abriu as portas para que mais pessoas possam conhecer o trabalho da Rede de Certificação Participativa.
O Centro de Inovação do Cacau esteve presente e também colaborou com a difusão de saberes ligados ao cacau e ao desenvolvimento desse mercado. Adriana, gerente de qualidade do CIC trouxe informações sobre cacau de qualidade, indicações geográficas, tipos de cacau e também claro, sobre o papel do CIC nesse mercado.
A instância, além de oferecer serviços laboratoriais de análises das amêndoas ainda atua no sentido de fomentar o desenvolvimento dessa economia através de capacitações, oficinas, cursos, palestras e a própria plataforma Fórum do Cacau, na divulgação de conhecimentos ligados ao fruto.
Fundação Banco do Brasil POVOS DA MATA
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Quer conhecer um pouco mais sobre a Rede de Agroecologia Povos da Mata???
Vídeo elaborado em 2017 pela Fundação Banco do Brasil para apresentação no PRÊMIO FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL DE TECNOLOGIA SOCIAL.
Esse prêmio foi criado em 2001 e é o principal instrumento de identificação e certificação de tecnologias sociais que compõem o BANCO DE TECNOLOGIAS SOCIAIS – BTS, disponível no site da Fundação Banco do Brasil (www.fbb.org.br).
Realizado a cada dois anos, o Prêmio tem por objetivo identificar, certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional, que sejam efetivas na solução de questões relativas a alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. Em 8 (oito) edições realizadas, de 2001 a 2015, foram recebidas 6285 inscrições e concedidos mais de R$ 3,8 milhões em premiações destinadas ao aprimoramento das tecnologias sociais vencedoras.
Fortaleza Cacau Cabruca é consolidada no Sul da Bahia
/0 Comentários/em Outras Notícias /por Camille CarradoreFortaleza do Cacau Cabruca
As Fortalezas são projetos do movimento internacional Slow Food* iniciados em 1999, para ajudar os pequenos produtores a resolver suas dificuldades, reunindo produtores isolados e conectando-os com mercados alternativos, com a valorização adequada dos seus produtos.
Existem inúmeras Fortalezas espalhadas por todo o mundo e cada uma é centrada em um produto. Revecca Tapie, facilitadora do Slow Food na região nordeste, aborda que no Sul da Bahia é trabalhado com Cacau Cabruca desde 2013 e que neste ano está sendo consolidada a Fortaleza do Cacau Cabruca, que envolve principalmente agricultura familiar. Ela ainda destaca que pra fortalecer a linha do Slow Food, embasado pelo viés de alimentos bons limpos e justos, são proporcionadas diversas oficinas, onde acontecem muitas trocas de experiências e conhecimentos, tanto na parte teórica como na parte prática.
Inúmeras associações e grupos são formados com a finalidade de fomentar o desenvolvimento da cultura cacaueira e, sobretudo, do cacau de qualidade, com a valorização do fruto e de toda a história agregada a ele e essa Fortaleza também cultiva o mesmo objetivo. Pela ascensão da nossa região e da nossa história enquanto polo produtivo de cacau, o Centro de Inovação do Cacau apoia a divulgação de todos os envolvidos nesse processo!
*Fundado por Carlo Petrini em 1986, o Slow Food se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Atualmente conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, e apoiadores em 150 países.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.
O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no Mundo, e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores.
Saiba mais acessando o site www.slowfoodbrasil.com