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Curso sobre o gerenciamento do cacau de qualidade e avaliação sensorial – por Dr. Darin Sukha

O pesquisador Phd Darin Sukha apresentou, aqui no Centro de Inovação do Cacau um curso sobre o gerenciamento do cacau de qualidade e também avaliação sensorial com base nas metodologias da University of West Indian. O objetivo do curso era mostrar a conceituação do cacau de qualidade e também o flavor, liquor e chocolate para, a partir daí, os participantes fazerem o treinamento do painel sensorial do CIC.

Sobre a análise sensorial das amêndoas de cacau

A avaliação sensorial do Cacau Sul Bahia é realizada para avaliar a impressão global dos lotes produzidos em relação ao sabor e aroma. Porém, esta avaliação não é decisiva para caracterizar a qualidade do cacau nem para determinar as transações comerciais dos lotes que obterão o selo da IP. É de responsabilidade da indústria que utiliza as amêndoas como matéria-prima, as provas especificas de degustação que são indispensáveis para elaboração dos diversos produtos derivados das amêndoas de cacau.

Quer saber mais sobre análises sensoriais? Acesse a Cartilha Manual do Controle de Qualidade do Cacau Sul da Bahia pelo link http://cacausulbahia.org/

Para fazer um orçamento sobre Análises Sensoriais no Centro de Inovação do Cacau, entre em contato através do e-mail: adrianda_reis@pstsb.org.

Confira o vídeo do pesquisador Dr. Darin Sukha abordando sobre o curso:

Visita Técnica de produtores do Espírito Santo e da secretaria de agricultura de Linhares

Visita técnica de produtores do Espírito Santo e da secretaria de agricultura de Linhares na busca por conhecimento técnico e troca de informações sobre qualidade de cacau, agregação de valor e rastreabilidade.

Todas as quinta-feiras, o Centro de Inovação do Cacau está aberto a visitação! Para fazer um agendamento ou para mais informações, entre em contato conosco através do e-mail 📧adrianda_reis@pstsb.org.

Dia do cacau relembra importância da proteção dos cacaueiros

Com a aproximação da Páscoa, a procura pelo chocolate ganha ainda mais força. Seja amargo ou ao leite, não importa o gosto ou a cor, a fruta responsável pela produção desse alimento tão desejado em todo o mundo é a mesma: o cacau (Theobroma cacao).

O fruto, que teve sua origem na América Central, é cada vez mais produzido no Brasil. Em 2017 o país ganhou o posto de 5º maior produtor de cacau do mundo. O estado da Bahia é responsável por quase 80% da produção nacional.

Com a intenção de promover um debate para proteção dos cacaueiros, o dia 26 de março foi nomeado como “Dia do Cacau”. A árvore de pequeno porte não passa de 6 metros de altura. As flores são hermafroditas e os frutos, quando maduros, têm casca de cor amarela ou alaranjada. Do fruto se extraem sementes, que são a parte mais aproveitada. Elas possuem substâncias chamadas flavonoides, compostos bioativos que atuam na prevenção de várias doenças.

Segundo a gerente de qualidade do Centro de Inovação do Cacau (CIC) de Ilhéus (BA), Adriana Reis, o cacau tem um longo histórico como alimento e como medicamento. “Essa fruta já foi muito usada no tratamento de doenças digestivas, dores de cabeça, inflamações e insônia”, explica. O motivo é a propriedade antioxidante, anti-inflamatória, antidepressiva da fruta, que também é benéfica para o coração.

Como consumir

Segundo a coordenadora do Setor de Tecnologia de Alimentos da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC- BA), Neide Alice Pereira, para receber todos os benefícios dos flavonoides antioxidantes, o ideal é procurar um chocolate com maior teor de cacau. “O cacau in natura tem um teor maior dessas substâncias, mas durante todo o processamento do produto acaba perdendo nutrientes. Por isso é bom procurar chocolate com 65%, 70% e 80% de cacau. É claro que isso depende do bom índice de fermentação da amêndoa também” orienta a coordenadora. Nos produtos com menor concentração de cacau, o açúcar e a gordura estão mais presentes, o que pode ser prejudicial à saúde, se consumido em excesso.

Fonte: G1