Curso de Produção de Chocolate Bean-to-bar

O Objetivo do Curso de Produção de Chocolate Bean to bar é capacitar interessados em aprender sobre: cacau, qualidade, tecnologia de produção de chocolate artesanais em pequena escala e sensorial de chocolates de alto teor. O presente curso trará especialistas da área que possuem grande bagagem nos temas abordados. Esta iniciativa visa formar egressos capazes de realizar o consumo consciente de chocolate de alto valor nutricional e elaborar chocolates a partir de amêndoas de cacau em pequenas escala, inclusive em nível, caseiro a partir de eletrodomésticos e pequenas melangers.

Inscreva-se aqui:

https://www.sympla.com.br/curso-de-producao-de-chocolate-bean-to-bar__347618

OBJETIVO:
✓ Compreender a importância da qualidade do cacau para a produção do
chocolate artesanal;
✓ Os conceitos do mercado bean to bar;
✓ Produção em pequena escala de chocolates artesanais;
✓ Técnicas de torra, refino, conchagem, cristalização e moldagem do
chocolate;
✓ A jornada do sabor do cacau ao chocolate.

PÚBLICO-ALVO: produtores de chocolate, confeiteiros, chefs e interessados em
geral em geral.

CARGA HORÁRIA: 16 horas
Teórica = 8h
Prática = 8h
PROFESSORA CONVIDADA:

Claudia Schultz: 
Socióloga formada pela USP, trabalha com chocolates há mais de
20 anos, é fundadora e proprietária da CHoKolaH e criadora do método
ChocoScience. O método ChocoScience consiste em tornar os conceitos científicos
envolvidos na fabricação do chocolate acessíveis à qualquer interessado. Cláudia
foi estudar o processamento de cacau quando ainda era estudante: Ela e um
estudante do MIT se voluntariaram para elaborar um plano de negócios para
aumentar o valor agregado do cacau dos cooperados da Coopasb, responsáveis

pela primeira exportação de cacau orgânico brasileiro. Infelizmente o projeto não
foi implantado. Mas Cláudia se apaixonou por tudo aquilo e nunca mais parou de
estudar e de trabalhar com chocolates. Fez todos os cursos de chocolate do Ital
(Instituto de tecnologia de Alimentos), comprou e leu todos os livros que
encontrou pela frente, viajou para a Suiça atrás de mais e mais informações. “Eu
pesquisava e me perguntava sempre porque o Brasil não tem uma cultura do
chocolate, porque as nossas fábricas direcionam os seus produtos para o consumo
popular, porque temos que importar chocolates de qualidade de países que não
plantam cacau”.
Sobre o CIC: O Centro de Inovação do cacau – CIC é uma iniciativa do Parque Cientifico e Tecnológico do Sul da Bahia (PCTSB) e tem como foco ser um elo entre os produtores e o mercado, auxiliando no fortalecimento da cadeia. O CIC atua como um laboratório de analises físico-química e sensorial de cacau e chocolate e possui um banco de dados que valida a importância da qualidade para promoção do desenvolvimento sustentável dos biomas de cacau do Brasil. O objetivo do CIC é promover as origens de cacau brasileira, comprovando de forma técnica a identidade deste produto tão singular e auxiliando os produtores na qualificação e agregação de valor ao produto. Promovendo a qualidade, rastreabilidade, verticalização e a inovação tecnológica dos produtos de cacau e seus derivados.

LOCAL: Centro de Inovação do Cacau – CIC

NÚMEROS DE VAGAS: 15 alunos
INSCRIÇÕES: Para pagamentos a vista, com desconto, favor entrar em contato pelo telefone
73 3680-5663 ou por e-mail: adriana_reis@pctsb.org

 

Contaminação de Metais pesados em Cacau e seus derivados

Os metais pesados são contaminantes tóxicos de alimentos e podem causar prejuízos irreversíveis à saúde do consumidor. No Brasil, atualmente não existe uma legislação especifica que determine os níveis de tolerância e contaminação em produtos como amêndoas de cacau, nibs, liquor, chocolate e seus derivados. Porém a legislação internacional tem alertado os países produtores a se preocuparem com os perigos e riscos destes contaminantes, cádmio, chumbo, arsênio e cobre, em alimentos. Principalmente cádmio nas origens produtoras de cacau.

Para comprovar a contaminação com metais pesados, é necessário realizar uma análise específica que indique a ausência ou a quantidade destes contaminantes nos produtos analisados. Isto impacta diretamente na qualidade do produto, e pode orientar o consumidor na escolha correta do produto a ser consumido. O Centro de Inovação do Cacau já realiza esse tipo de análise! É só realizar um orçamento, entre em contato com adriana_reis@pctsb.br

Prevenção da Monilíase do Cacaueiro

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) e Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) lançaram o Protocolo de Biossegurança que objetiva a adoção de medidas de biossegurança para a prevenção da Monilíase do Cacaueiro em território nacional e baiano.

A Monilíase é uma praga quarentenária ausente em nosso país, ainda mais agressiva que a vassoura-de-bruxa, e ataca só os frutos do cacaueiro e de outras espécies de Theobroma. Pelas perdas que causa, representa uma grande ameaça às lavouras de cacau brasileira.

Em caso de suspeita da praga, entre em contato com a Ceplac, Agências Estaduais de Defesa Agropecuária ou a Superintendência Federal de Agricultura.

Fonte: UESC

Fonte da Imagem: Mercado do Cacau

 

 

centro de inovação do cacau

1º Fórum Anual do Cacau – CocoaAction Brasil

centro de inovação do cacau

1º Fórum Anual do Cacau – CocoaAction Brasil

Os desafios das IGs no Brasil

 

A Dra. Lúcia Fernandes, ex-coordenadora do setor de IGs no INPI, e atualmente professora, foi convidada pela Associação Cacau Sul da Bahia para ministrar a palestra Os desafios das IGs no Brasil aqui no Centro de Inovação do Cacau em Ilhéus (BA) para trazer um pouco dos seus conhecimentos e compartilhar a sua experiência com as pessoas da nossa região nesse momento que a Indicação Geográfica Cacau Sul da Bahia foi aprovada pelo INPI.

Ela abordou sobre os problemas geralmente encontrados com as Indicações Geográficas de vários produtos em todo o território nacional, além de indicar os meios e as dinâmicas mais satisfatórias nesse processo. O objetivo maior foi indicar aos produtores, os caminhos mais eficazes para impulsionar a IG como grande ferramenta que permite viabilizar e agregar valores a nossa economia cacaueira.